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Imagem da pesca artesanal em Paraty é premiada no I Concurso de Fotografia da Oceana

Com o tema “Meu lar é o mar: retratos da vida nos oceanos”, concurso buscou olhares sobre a conservação marinha e a pesca sustentável.

O fotógrafo e documentarista Enrico Marone é um dos vencedores do I Concurso de Fotografia da Oceana, maior organização não governamental, sem fins lucrativos, exclusivamente dedicada à proteção e recuperação dos oceanos em escala global. Ao todo, 255 trabalhos foram inscritos.

1º LUGAR Pesca artesanal na praia de Bitupitá - Barroquinha/CE Fotógrafo: Francisco das Chagas Machado Brandão (Chico Rasta)

1º LUGAR: Pesca artesanal na praia de Bitupitá – Barroquinha/CE – Fotógrafo: Francisco das Chagas Machado Brandão (Chico Rasta)

 

2º LUGAR: Cardume de tralhotos - São Luís/MA - Fotógrafo: Christian Knepper

2º LUGAR: Cardume de tralhotos – São Luís/MA – Fotógrafo: Christian Knepper

3º LUGAR: Cerco flutuante da Juatinga, da série Pesca Artesanal - Paraty /RJ - Fotógrafo: Enrico Marone

3º LUGAR: Cerco flutuante da Juatinga, da série Pesca Artesanal – Paraty /RJ – Fotógrafo: Enrico Marone

Nascido em São Paulo, o fotógrafo levou o prêmio com uma imagem da pesca artesanal na Ponta da Juatinga em Paraty. O registro mostra um método artesanal passado de geração em geração entre as famílias de pescadores da região. Eles vão ao cerco duas ou três vezes ao dia para a despesca. O prêmio (3º lugar) é um estabilizador para filmagem em celular e um kit completo da Oceana.

“Agradecemos e parabenizamos todos os participantes do concurso, especialmente os três vencedores, que trouxeram a pesca sustentável e a biodiversidade marinha em belíssimas imagens”, disse o diretor-geral da Oceana, o oceanólogo Ademilson Zamboni. “Lançamos esse concurso na intenção de trazer as pessoas para perto do mar. Queremos com essa iniciativa lembrar a sociedade da urgência de combater a poluição dos oceanos e promover a pesca sustentável”, afirmou.

A pesca artesanal também foi tema da imagem do fotógrafo e jornalista piauiense Chico Rasta (1º lugar). Ele concorreu com fotografia captada na praia de Bitupitá, em Barroquinha, no Ceará. A cena retrata pescadores se equilibrando em estacas de madeira cravadas no fundo mar para realizar a manutenção dos currais de pesca, que chegam a ser construídos em até 15 quilômetros da praia, conforme a maré. O prêmio é um Drone Dji Spark e um kit completo da Oceana.

O olhar do fotógrafo Christian Knepper sobre cardumes de tralhotos, conhecidos popularmente como peixe-de-quatro-olhos, levou o segundo prêmio do concurso – uma GoPro Hero 7 Black e um kit completo da Oceana. A imagem foi captada em São Luís, no Maranhão, região de manguezais onde esses cardumes surgem perto das margens e praias.
Seleção

Com o tema “Meu lar é o mar: retratos da vida nos oceanos”, o concurso buscou olhares sobre a conservação marinha e a pesca sustentável. As imagens vencedoras foram selecionadas pelo júri formado por um time de especialistas de diferentes áreas. São eles: o fotógrafo Luciano Candisani, a recordista mundial de surfe em ondas gigantes Maya Gabeira, o artista Oskar Metsavaht, a jornalista Paulina Chamorro e o repórter cinematográfico Paulo Zero.

Paulina Chamorro reforça a importância do olhar voltado para os oceanos. “A nossa reconexão com o oceano tem que ser feita pelo reconhecimento de que a vida no planeta, o equilíbrio climático e o oxigênio que respiramos também dependem dele”.

Os oceanos poderiam alimentar um bilhão de pessoas com uma refeição saudável de frutos do mar todos os dias, mas a sobrepesca em muitas regiões do planeta e a poluição por plásticos estão pondo em risco essa importante fonte de alimento, emprego, renda e saberes tradicionais.

Pesca

O crescimento sustentável da produção de pescado constitui um desafio para todos os países, e o caso do Brasil é especialmente preocupante, pois carecemos de informações consistentes sobre a pesca marinha. Desde 2009, o Brasil não publica estatística pesqueira. Atualmente, o país sequer conhece a situação dos estoques pesqueiros, que são as populações de espécies exploradas economicamente pela pesca.

“Para garantir uma relação ambiental, econômica e socialmente saudável com o mar, nosso país precisa superar a falta de informações oficiais sobre a pesca e a barreira da ausência quase total de investimentos em ciências marinhas”, enfatizou Zamboni.

Poluição por plástico

De acordo com a ONU Meio Ambiente, oito milhões de toneladas de plástico entram no oceano todos os anos – o equivalente a um caminhão de lixo cheio sendo jogado a cada minuto.

“Os danos aos ecossistemas causados pela poluição por plástico são terríveis. Milhares de animais marinhos sofrem emaranhados ou ingerindo plástico. Tudo está sendo impactado, desde zooplâncton e peixes, às tartarugas marinhas, mamíferos e aves”, afirmou a cientista marinha da Oceana, Lara Iwanicki.

“É fundamental que exista uma política pública para reduzir a produção de plásticos, que as empresas ofereçam produtos sem plástico para seus consumidores e que existam áreas livres de plástico no país”, defendeu Zamboni.

A Oceana trabalha cotidianamente para buscar o melhor conhecimento científico e a transparência nas políticas públicas e, assim, promover a proteção dos ecossistemas marinhos, a sustentabilidade na pesca de pequena e larga escala e combater a poluição.

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