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Festa do Divino em Paraty: veja a programação religiosa e cultural

Clique na imagem para visualizar a programação religiosa do evento

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Evento acontece entre 11 e 20 de maio com shows musicais, a tradicional Gincana, missas, ladainhas, o Show de Calouros, leilões, rifas, bingos, o Almoço do Divino, danças típicas e muito mais!

Durante a Festa do Divino em Paraty, declarada patrimônio cultural imaterial do Brasil, o Centro Histórico e seus arredores se transformam para receber fiéis e turistas mesclando devoção e entretenimento, religião e cultura.

A Festa é um símbolo da relação que se estabelece com o Divino e também a ocasião de confraternização de variados grupos sociais onde todos participam, seja nos atos litúrgicos associados às figuras do festeiro e do Imperador, seja nos divertimentos, garantindo assim a identidade, individual e coletiva, através de uma memória comum, herdada e transmitida.

A Festa do Divino é atribuída à Rainha Isabel (1271-1336). Chegou ao Brasil trazida pelos colonizadores e acontece em Paraty desde o século XVIII.

Realizada no dia de Pentecostes (50 dias após a Páscoa), homenageia à Terceira Pessoa da Santíssima Trindade. Pelas suas enormes proporções, envolvendo praticamente toda a comunidade, começa a ser organizada um ano antes de sua realização: escolhido pela Paróquia, um “festeiro” administra dezenas de voluntários – às vezes mais de um para cada atividade, seja religiosa ou profana.

Veja fotos de edições anteriores:

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PROGRAMAÇÃO CULTURAL 2018

11/05, sexta-feira

22h00: Show com Banda Zampaglione – O projeto foi criado em 2016, a partir da vontade do músico Zampaglione em levar ao público canções que já não eram ouvidas na noite, ressoando somente na memória. Formado por Marcos Vinicius Zampaglione – Voz, Violão e Cavaco -, Jamiro Jr. -Baixo , Leonard Santos – Trombone -, Everton Soares – Trompete -, Eneas Santos – Sax Barítono -, Jorge Tenório “Zizico” e Francis Cascardo – Percussão – e Thiago Emiliano – Bateria -, o GrooVintage tem como referências musicais Bebeto, Jorge Ben Jor, Originais do Samba, Tim Maia, Cassiano, Carlos Dafé, Seu Jorge, Farofa Carioca, Trio Mocotó, Ed Motta, Marcelo D2, Bezerra da Silva, Funk Como Le Gusta e Black Rio, entre outras dezenas de nomes.

12/05, sábado

22h00: Show com Sururu na Roda – Eleito melhor grupo de samba pelo 25º Prêmio da Música Brasileira em 2014, com expressiva atuação nos cenários nacional e internacional e performances ao lado de ícones da MPB, o Sururu na Roda se destaca entre os grupos que revitalizaram a Lapa carioca a partir do ano 2000.

Caminhando para seus 18 anos de estrada em outubro de 2018, o grupo apresenta o projeto Sururu na Roda +, onde seus fundadores Fabiano Salek e Sílvio Carvalho se unem à cantora Ana Costa e ao cavaquinhista arranjador Alceu Maia para recriarem a formação original do grupo, um quarteto de multi-instrumentistas cantores, registrado no clipe de “Ainda É Tempo Pra Ser Feliz”, clássico de Arlindo Cruz/Sombra e Sombrinha.

13/05, domingo

22h00: Show com Forró do Assaré – É um grupo formado por mulheres, unidas pelo gosto à festa e à dança. Seus arranjos e interpretações são elaborados de forma divertida e dançante, explorando os recursos que sua formação – pouco usual para um grupo de forró – possibilita.

Seu repertório contempla grandes clássicos do cancioneiro dessas regiões (como Luiz Gonzaga, Gordurinha, Gilberto Gil), homenageia grandes intérpretes (como Jackson do Pandeiro) e interpreta músicas instrumentais de célebres compositores (como Sivuca, Dominguinhos e Hermeto Pascoal), resultando num baile animado, que traz a sutileza das melodias e o balanço dos baiões, xotes, arrasta-pés e frevos em um jogo colorido de vozes e interpretação instrumental.

14/05, segunda-feira
22h – DJ Renato Moreira

15/05, terça-feira
22h – DJ Renato Moreira

16/05, quarta-feira
22h – DJ Renato Moreira

18/05, sexta-feira

19h00: Casarão do Sesc – Mesa de Debate
Tradição – Preservação X Renovação
Tema: Como manter as tradições do passado incorporando as transformações da contemporaneidade.

22h00: Show com Moreira Júnior e Banda
Moreira Junior é cantor, compositor e guitarrista. Músico paratiense que tem se dedicado ao pop, soul, samba e MPB. Gravou seu primeiro álbum em 2015 com o título Clima Bom e contendo 11 faixas, todas compostas por ele. Apresentação especial do Moreira Jr Trio, a alma do Soul! Super recitais com o melhor do Pop, MPB e Samba executado pelo talentoso Moreira Júnior e dois músicos paratienses. A banda toca música brasileira com uma pegada mais groove e estilo único, se destacando na sua cidade e na região.

19/05, sábado

22h00: Show com Rodrigo José – Um cantor carismático, com vozeirão potente, um visual estilo anos 70 e uma sonoridade que injeta nova energia à música brega. Interpretando hits matadores como “Sorria, Sorria” (Evaldo Braga), “Eu Vou Tirar Você Desse Lugar” (Odair José), “Tenho” (Sidney Magal) Rodrigo José criou uma verdadeira revolução na música brega e surge como uma das grandes revelações do ano, com um show simplesmente contagiante e irresistível.

20/05, domingo

2200: Show com Encontro de Cirandeiros – A ciranda, conhecida dança de roda, é tradição em diversos cantos de nosso Brasil. Em Paraty a ciranda que encanta moradores e visitantes reflete a origem cultural caiçara com traços expressivos da colonização brasileira.

Tendo como ênfase a territorialidade e o patrimônio imaterial, a Ciranda de Parati compõe a programação encerrando a Festa do Divino em um grande encontro de cirandeiros, que reunirá jovens e velhos integrantes da manifestação musical caiçara do município.

SOBRE O EVENTO

O ritual: levantamento do Mastro

No domingo de Páscoa, da casa do festeiro sai a procissão com as bandeiras, acompanhada pela Folia do Divino e pela Banda Santa Cecília, levando o quadro do mastro, a esfera que representa o mundo e a pomba no mastro.

Ao lado da Matriz, o mastro é montado e erguido, e a procissão retorna à casa do festeiro.

Abertura da Festa: as procissões

Foto: ©POL

Foto: ©POL

No primeiro dia, a cidade é acordada de manhã pela Alvorada Festiva, com a Banda Santa Cecília percorrendo as ruas do Centro Histórico. À noite, precedida pelos foguetes, parte a procissão da casa do festeiro à igreja: a comissão da Festa segue à frente, tendo um lugar diferenciado na procissão e no altar da igreja, como reconhecimento pelos meses de trabalho.

A procissão, em que vão se alternando os versos cantados da Folia e os dobrados da banda, para em frente à casa de um devoto para apanhar a bandeira da promessa, e segue para a primeira ladainha na igreja. Após a missa, a procissão volta com as bandeiras, foguetes, banda e Folia para a casa do festeiro, deixando no caminho a bandeira da promessa na casa de outro devoto. Esse ritual se repetirá nos oito dias seguintes da novena.

Programação profana: a praça

Durante os dez dias de Festa, após as celebrações da novena, acontecem eventos populares na Praça da Matriz que, em relação à programação religiosa, é conhecida como programação profana ou popular. Competições esportivas, gincanas, concursos, apresentação de shows musicais, danças, cirandas e outras atrações participativas, que envolvem os moradores de Paraty.

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Foto: ©POL

A Gincana

Há alguns anos, surgiu em Paraty a vontade de algumas pessoas de organizarem uma gincana durante a Festa do Divino que possibilitasse a confraternização dos jovens, através de provas esportivas, culturais e solidárias.

Durante a gincana, as equipes executam provas solidárias, que visam estimular a conscientização para as questões sociais, buscando a humanização do indivíduo; além de provas culturais sobre a história local; esportivas e recreativas, que integram e estimulam a competição.

O sábado da Festa

O sábado começa às 07h00 da manhã na casa do festeiro, com a distribuição de carne aos pobres. Às 09h00 saem as bandeiras da casa do festeiro, acompanhadas pela banda de música, pela Folia e pelo povo, que percorrem as ruas da cidade e os bairros mais próximos, rua por rua, casa por casa, pedindo esmolas. É o Bando Precatório, que termina na hora do almoço.

O almoço do Divino

O almoço gratuito e popular inclui macarronada, carne assada com batatas, frango assado ou cozido, arroz e a tradicional farofa de feijão, preparados durante uma semana pelas cozinheiras do Divino. Após a benção do alimento, são servidos cerca de dez mil pratos. Todos comem de graça: um momento de confraternização e solidariedade em que se expressa o dar, receber e retribuir que são o cerne simbólico da Festa. Brincadeiras tradicionais ocorrem para as crianças na praça, com a presença dos bonecos folclóricos: Boi-de-pano, Miota, Peneirinha, Cavalinho.

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Foto: Divulgação

A Celebração de coroação do Imperador

Na noite do sábado, a procissão sai da casa do festeiro tendo à frente o menino que será coroado, os vassalos e os guardas, para a última ladainha da novena. Na Igreja Matriz, a corte imperial tem lugar especial no altar, com o trono do imperador já montado. Após o rito da Comunhão, o menino é chamado pelo Padre, e à frente da mesa do altar, de joelhos e de costas para o povo, os festeiros colocam sobre ele a capa, a sobrecapa, entregam-lhe o cetro, e ele é coroado. Após a missa, o imperador segue com sua corte para o Império, de onde assiste às danças folclóricas em sua homenagem: a Dança dos Velhos, das Fitas e o Marrapaiá de Cunha (congada).

O domingo: a Celebração de Pentecostes

O grande dia é anunciado pela alvorada de sinos e foguetes às 6h da manhã, acordando a cidade inteira para a Festa. Às 9h sai da casa do festeiro a procissão em direção à Igreja Matriz, com o imperador e seus vassalos à frente. Após a missa, ocorre a soltura simbólica de um preso. O imperador segue então com a procissão para a casa do festeiro, onde faz a distribuição dos doces para uma enorme fila, sobretudo de crianças, a sua espera.

Celebração de ação de graças: o encerramento

Foto: ©POL

Foto: ©POL

Por volta das 5h da tarde, mais uma vez a procissão com o andor do Resplendor do Divino Espírito Santo, bandeiras, Folia e banda, segue da casa do festeiro para a Igreja Matriz, para a Celebração de encerramento, em ação de graças. Durante essa missa, o Padre convida todos a saírem em procissão da igreja, nessa ordem: a cruz e os tocheiros, os estandartes dos santos festejados na cidade, o imperador, os vassalos e os guardas, o andor, o pároco, os festeiros e as bandeiras, a Folia, a banda e o povo.

A grande procissão percorre algumas ruas do Centro Histórico, parando em frente às outras igrejas, e retorna à Matriz. O Padre convida os festeiros ao altar para dar o testemunho sobre sua experiência na festa, apresenta o novo casal de festeiros, e chama a subir ao altar a nova comissão da Festa. O fitão e a bandeira são então entregues ao casal de festeiros novos, terminando a missa de encerramento de forma muito eficaz tanto para o fortalecimento e a perpetuação da fé quanto para o ciclo a Festa do Divino. O cortejo sai da igreja para a casa dos novos festeiros, onde lhes são passadas as insígnias da Festa, em cerimônia conduzida pela Folia do Divino.

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