Home > Atualidade > Destaques > Estudo de viabilidade para a construção e gestão do Centro de Convenções de Paraty

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Estudo de viabilidade para a construção e gestão do Centro de Convenções de Paraty

O Paraty Convention & Visitors Bureau recebeu do governo do estado o estudo de viabilidade e de concessão pública para a construção e gestão do Centro de Convenções de Paraty.

Desde a sua fundação em 2006 que o Paraty CVB tem a preocupação com o Turismo de Negócios em Paraty. O próprio nome da instiuição já diz tudo sobre as suas finalidades: Convention and Visitors, ou seja, Turismo de Convenções (negócios) e de Visitação (lazer).

Em 2008 o Paraty CVB foi contemplado pela Lei Municipal 1.598/2008, na qual a Prefeitura concede à instiuição o uso e o direito real resolúvel de imóvel de 10.000 m², no Bananal, para construção de Centro de Convenções. Hoje, segundo o estudo elaborado pela FGV, o terreno cedido pelo Município ao Governo do Estado “está localizado no bairro Caborê, também chamado Beira Rio, distante aproximadamente 10 km da BR-101. É um terreno praticamente plano, localizado próximo a praia de Jabaquara. Possui 15 mil m² e está definido no limite de um loteamento residencial da década de 1950”.

Ainda segundo o estudo, “o ponto fraco é a inexistência de Redes de Saneamento e Energia e de linha regular de transporte público e demanda a abertura de 2 vias, para facilitar o acesso, além de melhorias na via já existente de acesso ao centro da cidade, favorecendo a expansão da cidade e sua infraestrutura nesta região”.

De acordo com a FGV “a cidade de Paraty comporta a construção de um espaço específico para a realização de eventos, localizado fora do Centro Histórico. Sua capacidade não deve exceder 1500 pessoas”. De acordo com o estudo, o que limitou o dimensionamento do Centro de Convenções foi o perfil do turista de negócios, ou seja, a maioria esmagadora dos turistas que participam de eventos e convenções chegam ao destino via transporte aéreo.

Em resumo, a FGV verificou que “a principal forma de acesso a Paraty é via terrestre por meio das rodovias federais e estaduais que cortam a região. O acesso aéreo é limitado a aeronaves de pequeno porte com possibilidade de pequena expansão devido às limitações oferecidas pela localização do aeródromo. O acesso aquaviário é restrito a barcos de passeio (pequeno porte), devido a restrições de calado e falta de terminal apropriado para embarcações maiores”.

O estudo sugere a construção/reforma de um terminal aquaviário especifico em Paraty para complementar e estimular o turismo e suscita a construção de um novo aeroporto que possibilite a operação de vôos regulares pelas principais empresas aéreas do Brasil e sistema de transporte urbano integrado ao Centro de Convenções.

O estudo da FGV define que o perfil do turista de negócios, ou seja, que participam de congressos e convenções, realizam uma despesa média três vezes superior à de um turista comum. Para cada 1 USD/dia gastos pelo turista de lazer, USD 3 USD/dia são gastos pelos participantes de congressos, convenções e feiras.

O estudo ainda destaca que existem diversas formas contratuais para mediar a concessão do Centro para a iniciativa privada, que vão desde a inexigibilidade de qualquer pagamento até a participação na receita operacional do Centro.
A FGV conclui que o modelo de gestão considerado mais adequado aos projetos em questão é o de concessão de uso de bem público com edital de concorrência pela maior oferta, passando à iniciativa privada a responsabilidade pela gestão administrativa e financeira do centros de convenções de Paraty.

Por fim, a FGV recomenda a criação de um Conselho Gestor responsável por supervisionar a gestão privada. Segundo a FGV, “esse conselho deve ser formado por representantes do poder público Estadual e Municipal, do Convention and Visitors Bureau (CVB) local, empresários locais, entre outros”.

Nesse sentido, é importante enfatizar que a existência do Paraty Convention & Visitors Bureau foi decisivo para os Governos Federal e Estadual construir o Centro de Convenções da cidade e determinante para o BID alocar recursos nesta ação.

Acesse o estudo, clique AQUI